Psicologia

Psicologia

Cuidados psicológicos de crianças, famílias,  em Porto Alegre/RS e online e Formação de Profissionais

Atendimento Psicológico na Infância I Mutismo Seletivo

O atendimento psicológico infantil para mutismo seletivo é voltado a crianças que apresentam dificuldade para falar em determinadas situações sociais, como na escola, embora consigam se comunicar verbalmente em outros ambientes.

O processo terapêutico começa com uma avaliação da criança, incluindo entrevistas com os pais e, quando possível, com a escola. Essa etapa permite compreender seu desenvolvimento, identificar situações em que a fala acontece com mais facilidade e reconhecer sinais de ansiedade, medos e comportamentos de evitação.

A partir dessa compreensão, são definidas estratégias individualizadas para reduzir a ansiedade e ampliar, gradualmente, as possibilidades de comunicação da criança.

O trabalho também envolve a participação dos pais ou responsáveis, que recebem orientação para compreender melhor as necessidades emocionais da criança e apoiar seu desenvolvimento no dia a dia.

A família e a escola são parceiras fundamentais no tratamento.

Formação para Intervir no Mutismo Seletivo

No Curso Vozes Silenciosas queremos capacitar pais, terapeutas e futuros profissionais de diferentes áreas, como psicólogos, fonoaudiólogos, médicos, pedagogos, assistentes sociais, entre outros, a intervirem com crianças que enfrentam o mutismo seletivo, possibilitando a superação desse transtorno.

Durante 15 horas divididos em 5 encontros de 3 horas cada, você vai adquirir o conhecimento, as ferramentas e a confiança necessárias para fazer a diferença na vida dessas crianças, ajudando-as a encontrarem sua voz no mundo.

Livro Entendendo a Ansiedade Infanto Juvenil . Vol 2

Uma obra organizada por Carolina Perrotta e Francilene Torraca, que reúne especialistas para abordar os transtornos de ansiedade na infância e adolescência com base em evidências científicas.

Tenho orgulho de ser autora de um dos capítulos e contribuir para essa importante obra!

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Atendimento Psicológico Online para Adultos

Pautada pelos princípios da Abordagem Centrada na Pessoa de Carl Rogers, a psicóloga Cristiane Schleiniger, através das atitudes facilitadoras de congruência, autenticidade, consideração positiva incondicional e compreensão empática, cria um ambiente facilitador para
que a pessoa sinta-se à vontade e com confiança para colocar em ação processos de auto exploração, autoconsciência ampliada, autorregulação, autorealização e maior independência do controle externo e das limitações autoimpostas.

Quando as pessoas são aceitas e consideradas, são ouvidas de modo empático, elas tendem a desenvolver uma atitude de maior consideração em relação a si mesmas e a ouvir mais cuidadosamente o fluxo de suas experiências internas, se tornando mais congruentes em suas atitudes. As pessoas tornam-se mais livres, integradas e verdadeiras (ROGERS, 2021).

O processo psicoterapêutico da Abordagem Centrada na Pessoa permite o crescimento da pessoa, levando a resultados positivos, como maior congruência entre suas atitudes, seu pensar e sentir, o estabelecimento de um sistema de valores individualizados, maior aceitação de si e das demais pessoas, menores tensões internas e ansiedade, menos experiências distorcidas e negadas, há menos defesas. Há, portanto, maior consciência de si, de suas experiências, tornando possível escolhas seguras, fundamentadas e em sintonia com o fluxo evolutivo (ROGERS, 1992; ROGERS, 2021).

Artigos e capítulos na área da Psicologia

ORTIZ, LMN. Silêncios que Ensinam: O terapeuta também aprende.  In: JORNADA MUTISMO SELETIVO, 6, 2025. Anais […].  Rio de Janeiro(RJ). Even3 Publicações, 2025. Disponível em: Anais da Jornada de Mutismo Seletivo. Acesso em: 01 de março de 2026.

GOLEMBIEWSKI, Carulina Eduardo Hoff; ORTIZ, Lise Mari Nitsche. Prazer e sofrimento no contexto do trabalho: trabalhadores da área comercial. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia) – Faculdade Inedi, Cachoeirinha, 2015. Disponível em: https://ojs.cesuca.edu.br/index.php/mostrac/article/view/1238. Acesso em: 22 set. 2026.

 VERZA, F.; SCHLEINIGER, C. S.; GOMES, G. A.; Strey, Marlene Neves. Reflexões sobre a maternidade: um estudo exploratório com mulheres acima de 40 anos. Athenea Digital. , v.13, p.179 , 2013.
 

HEINZELMAN, F.; KRIMBERG VON MUHLEN, BRUNA; SCHLEINIGER, C. S.; LEITE, M.; Strey, Marlene Neves. Corpos em Revista: a construção de padrões de beleza na Vogue Brasil. Psicologia em Revista (Online). , v.18, p.470 488, 2012.
Link: https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-11682012000300009

 SCHLEINIGER, C.S.; TassinarI, Marcia. Plantões Psicológicos Online: Análise Documental Das Estratégias De Implantação Do Serviço. In: Temas Em Psicologia Humanista: método, concepção e atuação. Parnaíba, PI: Acadêmica Editorial, 2023, p.122.

A Psicologia Comunitária na Formação de Redes no Terceiro Setor. Artigo de Lise Mari Nitsche Ortiz e Cristiane Schliniger. In: Conferência Internacional de Psicologia Comunitária, 2014, Fotaleza. Anais Eletrônicos da 5 Conferencia de Psicologia Comunitária. Fortaleza: UFC, 2014. p. 693-693.

Empoderando o grupo de trabalho para o enfrentamento da violência doméstica contra crianças. Artigo de Cristiane Schleiniger e Lise Mari Nitsche Ortiz. In: Conferência Internacional de Psicologia COmunitária, 2014, Fortaleza. Anais Eletrônicos da 5ª Conferência Internacional de Psicologia Comunitária. Psicologia Comunitária no mundo atual: desafios, limites e fazeres. Fortaleza: UFC, 2014. p. 671-672.

Relações familiares de mulheres inseridas na economia solidária. Artigo de Adriana Dias e Lise Mari Nitsche Ortiz. In: Miguel Crespan et al. (Org.). Concertação Social: Diálogos sobre Economia Solidária. 1ed.Gravatai: Cesar Augusto Muller de Assis, 2011, v. , p. 179-188